Burrata de búfala: nova paixão nacional |

Sabor delicado e muita cremosidade são as marcas registradas do produto, que já figura entre os preferidos de gourmets e foodies  

Uma das estrelas da gastronomia italiana, a burrata de búfala agradou em cheio o gosto dos brasileiros e é a nova paixão nacional. Com acidez delicada, consistência firme por fora e cremosa por dentro, a burrata faz sucesso entre gourmets e foodies do mundo todo, e agora também no Brasil. Por apresentar baixo teor de colesterol, é uma alternativa leve e saudável aos queijos à base de leite de vaca e vem ganhando cada vez mais espaço no país. 

Originária da região da Puglia, na Itália, a burrata é um queijo de processo artesanal e delicado. Seu primeiro registro histórico data de 1956, quando uma forte nevasca teria atingido a região, deixando a população isolada e sem insumos. A situação levou um morador da cidade de Andria a utilizar os ingredientes que tinha em casa para preparar o que viria a se tornar uma iguaria admirada internacionalmente: restos de pasta cortada (sfilacci), que sobravam da fabricação de mozzarella, com manteiga, creme de leite e stracciatella. A mistura foi finalizada em água quente – processo conhecido como filagem – o que permitia fechar e moldar o queijo no formato de trouxinhas, tradicionais à época por serem mais fáceis de carregar durante o inverno rigoroso. O nome “burrata” deriva da palavra “burro”, que significa manteiga em italiano – referência à cremosidade interna do queijo. 

Produzidas originalmente com leite de vaca, no Brasil as burratas ganharam uma versão mais leve, feitas de leite de búfala. Atualmente, a burrata de búfala está presente em receitas de alguns dos chefs e restaurantes mais renomados do Brasil. Além disso, é um ingrediente leve e versátil, que pode ser degustado sozinho, com apenas um fio de azeite, ou compor criações gastronômicas elaboradas, sendo protagonista de pratos contemporâneos e tipicamente italianos.  

Pioneira na fabricação do queijo no Brasil, a Búfalo Dourado produz atualmente 60mil burratas por mês, sendo que há cinco anos o produto quase não era conhecido no país.  O sucesso e aceitação da marca foram tão grandes que, em 2019, a Búfalo Dourado lançou uma linha especial de burratas saborizadas nas opções ‘tartufo branco’, ‘azeitona’ e ‘pesto’ – uma inovação saborosa e exclusiva. 

“A burrata é um queijo nobre, mas nem por isso deixa de ser um dos mais vendidos da Itália. Nossa intenção é replicar essa dinâmica no Brasil, possibilitando que todos conheçam e se apaixonem por essa iguaria. O potencial da burrata é inegável no comércio nacional, tanto em restaurantes quanto em redes mercadistas, e ela já se tornou nossa aposta para 2021”, afirma o CEO da Búfalo Dourado, Ricardo Cotrim. 

A Búfalo Dourado produz uma linha completa de queijos premium feitos com 100% de leite de búfala. Encontrados nos melhores supermercados do país, os produtos da marca são presença garantida no menu de restaurantes e chefs reconhecidos, como Luis Filipe Souza, dos italianos Evvai e Evv.ita, e Charlô Whately, do francês Bistrô Charlô.   

Para saborear do jeito certo 

Algumas características são fundamentais para garantir a degustação perfeita da burrata. O queijo deve ser de um branco homogêneo, firme por fora e cremosa por dentro. O frescor é fundamental, o que se percebe pela textura macia e delicada ao toque. 

Mantida em constante refrigeração, o ideal é que descanse em temperatura ambiente por cinco minutos antes de ser servida. Ao cortar a bola de queijo, o recheio cremoso deve escorrer sobre o prato, formando uma erupção de sabor. Se o interior for consistente, desconfie. Ainda que seja saboroso, não é uma burrata tradicional. 

Fica perfeita com um simples fio de azeite ou acompanhada por tomate cereja e manjericão. Pode ser utilizada no preparo de saladas, massas, risotos, pizzas e diversos outros pratos, dos mais elaborados aos mais simples.  

Por ser um produto fresco, deve ser consumido o quanto antes. O sabor levemente adocicado é um bom indicativo de frescor, sendo que assume um gosto mais azedo (que lembra o aroma de leite fervido) quando começa a se deteriorar.   

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